CALLER — quem liga. O FlowCast inicia a conexão, como quem faz a ligação. Use quando a outra ponta te deu um endereço srt:// e está esperando (listener). É o caso mais comum — e não precisa abrir nenhuma porta no seu lado.
LISTENER — quem atende. O FlowCast fica escutando numa porta, esperando a outra ponta discar. Use quando VOCÊ fornece o endereço e a emissora/praça/parceiro conecta até você. Exige porta liberada no firewall do seu lado.
RENDEZVOUS — os dois ligam juntos. As duas pontas discam ao mesmo tempo, uma para a outra, na mesma porta. Use quando os DOIS lados estão atrás de firewall/NAT e nenhum consegue abrir porta — o "encontro no meio" atravessa o NAT. Precisa combinar porta e horário de conexão com a outra ponta.
PRIMÁRIO + BACKUP — failover automático. Cadastre dois endpoints: o FlowCast opera pelo primário e, se ele falhar 2 vezes seguidas, comuta sozinho para o backup em segundos — e segue tentando voltar ao primário quando ele reviver. O card mostra qual está no ar. Ideal para o backup ficar em OUTRO servidor/nó (se o principal cair inteiro, o sinal sobrevive).
Latência SRT — é o buffer de recuperação de pacotes, não "atraso ruim": 120 ms em rede boa · 200–300 ms em internet pública · regra prática: ~4× o ping entre as pontas. Vale o maior valor configurado entre as duas pontas.
Passphrase (AES) — criptografa o transporte. Tem que ser IGUAL nas duas pontas (10 a 79 caracteres). Em sinal de contribuição profissional, use sempre.